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sexta-feira, 25 de junho de 2021

INFORMAÇÃO SOBRE ENCERRAMENTO DO CVC CHARNEQUENSE E ABERTURA NO PAVILHÃO DA ESCOLA CARLOS GARGATÉ

 


Partilhamos aqui uma nota que nos foi enviado pelo NEC/Núcleo de Estratégia e Comunicação  ACeS Almada/Seixal devido ao encerramento neste sábado do Centro de Vacinação CVC Charnequense,  o mesmo CVC irá abrir, no dia 28 de junho, segunda feira no Pavilhão da Escola Carlos Gargaté.


Eis o teor


 Vimos por este meio informar, por indicação do Diretor Executivo do ACeS Almada Seixal, que a partir de dia 26 de junho (sábado), o Centro de Vacinação CVC Charnequense irá encerrar.

No dia 28 de junho, segunda-feira o CVC irá abrir no Pavilhão da Escola Carlos Gargaté.

 



Morada: Rua Ruy Coelho - Quintinhas (Pinheirinho)

   2820-327 - Charneca Caparica

 


Esta alteração acontece na sequência da necessidade de incrementar a capacidade de vacinação da população, tendo sido organizada em parceria com o município de Almada.

 

Os utentes que, eventualmente venham a ser ainda agendados para o CVC Charnequense deveram deslocar-se, a partir de dia 28 de junho, ao pavilhão da Escola Carlos Gargaté.


Com os melhores cumprimentos,

Andreia Lopes
NEC | Núcleo de Estratégia e Comunicação 
ACeS Almada -Seixal


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

CENTRO DE TESTES COVID - 19 EM ALMADA NO PAVILHÃO ADELINO MOURA,NO PRAGAL


 Já está a funcionar o Centro de Testes COVID 19 em Almada, na Avenida do Cristo Rei, Posto Médico do Pavilhão Adelino Moura em Parceria com o Almada Atlético Clube e a 2M-Pharma. (Acesso pelo portão do Campo de jogos do Pragal)

Das 09:00 às 18:00
Faça já a sua Marcação!
Marcação Obrigatória: 913 379 977 | geral@afss.com.pt
A AFSS - Objetivo Comum Associação é uma entidade registada na Entidade Reguladora da Saúde NºE151896 e diariamente reportamos ao Ministério da Saúde em plataforma própria o resumo das colheitas efetuadas.
Os Testes Rápidos Antigénio do Laboratório Prima Lab SA tem uma precisão Superior a 95%, na AFSS realizados sempre por Enfermeiros.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA ADAPTOU ALGUMAS MEDIDAS - FECHO DE ESPAÇOS VERDES,PAREDÃO,ESTACIONAMENTOS, FRENTE RIBEIRINHA DO GINJAL E EQUIPAMENTOS PÚBLICOS

 

Considerando a evolução da pandemia pela doença COVID-19 e com vista à redução do risco de exposição e de eventual contágio, a Câmara Municipal de Almada adotou, com efeitos a partir de 20 de janeiro de 2021, as seguintes medidas de carácter excecional 👇

⛔ A proibição de permanência em parques, jardins, espaços verdes e outros espaços de lazer situados no concelho, em particular no Parque da Paz e no Parque Urbano da Costa da Caparica;


⛔ A interdição do paredão e das respetivas praias anexas da frente urbana da Costa da Caparica, entre a Praia do Norte e a Nova Praia;


⛔ A interdição dos parques ou lugares de estacionamento automóvel das praias urbanas da Costa da Caparica, do Parque Urbano da Costa da Caparica e do Parque da Paz;


⛔ A interdição da frente ribeirinha do Ginjal, desde o terminal fluvial de Cacilhas até ao Elevador Panorâmico da Boca do Vento;


⛔ A vedação dos bancos de jardim, parques infantis e equipamentos públicos para a prática desportiva, mediante articulação entre Juntas de Freguesia, o Serviço Municipal de Proteção Civil e os serviços municipais.

Seja um agente de saúde pública. A segurança de todos depende de cada um de nós. 😷




Fonte: Camara Municipal de Almada

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

O relato impressionante de Toni Pereira, após recuperar de COVID-19: "Eu sabia que ia morrer. Chorava todos os dias"

 Treinador do Cova da Piedade passou seis dias nos cuidados intensivos (UCI) e nove nos intermédios do Hospital de São Bernardo

Toni Pereira.Foto de Arquivo - Joaquim Candeias

O treinador do Cova da Piedade, António Pereira, sobreviveu ao surto do novo coronavírus, que atingiu a equipa da II Liga de futebol, experiência que o leva a afirmar hoje que “o jogo da vida é o mais importante”.

Aos 64 anos, o técnico passou seis dias nos cuidados intensivos (UCI) e nove nos intermédios do Hospital de São Bernardo, em Setúbal, onde esteve “sempre consciente” e os médicos nunca lhe esconderam a gravidade extrema da sua situação.

“Disseram logo ‘você tem aqui um TAC, está muitíssimo mal, é muitíssimo grave’. Tal e qual estas palavras. ‘Os primeiros oito a dez dias são fundamentais. Se o seu corpo reagir, você safa-se. Se não reagir, senhor Pereira, isto está muito mau, muito difícil’. Médicos que chegavam ao pé de mim, agarravam-me na mão e diziam ‘calma, senhor Pereira, calma’. Eles diziam-me a verdade, mas magoava. Eu sabia que ia morrer”, contou o treinador à agência Lusa.

António Pereira chegou a estar com o fluxo de oxigénio no sangue em 34, quando “dizem que a partir dos 40 ou 50 entra-se em coma”, e os médicos chegaram a dizer à sua família para ir-se “preparando” para o pior, até que, “felizmente, o corpo reagiu” e o técnico já voltou esta semana a orientar os treinos da equipa da margem sul do Tejo.

Mas antes de recuperar, sair da UCI, e, por fim, dos cuidados intermédios, Toni Pereira viu, literalmente, a vida a passar-lhe em revista à frente dos olhos e a morte ao seu lado.

“Lembrava-me de tudo. A única coisa que pensava era que ‘já não vou sair daqui’. Uma coisa tão grave como foi, as pessoas a dizerem-me, os médicos a agarrarem-me na mão e a fazerem-me festinhas, a confortarem-me… Como deve calcular, quando fazem uma coisa destas é um sinal”, relatou.


Enquanto esteve no hospital, Toni Pereira viu gente que “infelizmente morreu” mesmo ao seu lado, o que “ainda magoava mais”, ver pessoas “ali ligadas, entubadas, nos cuidados intensivos”, e pensava que “ia ser mais um daqueles que ia para o outro lado”.

Por isso, faz questão de agradecer, mais do que uma vez ao longo da conversa com a Lusa, “ao Hospital de São Bernardo, médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar”.

“Vocês não fazem ideia o que eles trabalham e o que eles sofrem. Dentro daqueles fatos, então! Eu não posso agradecer de outra maneira a não ser pela comunicação social. Foi uma coisa que eu não tenho o mínimo a dizer de ninguém. Nos cuidados intensivos, os médicos, assim que entravam era comigo que iam ter. Foram dias e noites… Uma enfermeira que dormiu ali em frente a mim nas noites que eu lá estive. Como é que eu posso agradecer se não forem vocês a divulgar?”, questionou.

As noites na enfermaria e a tranquilidade que traziam eram, de resto, o momento em que caía o ‘escudo’ do homem que, aos 64 anos, “nunca tinha entrado num hospital”.

“Todos os dias chorava. Lembrava-me de tudo isto, mas essencialmente da minha mulher, da minha filha e da minha neta. [Pensava] que nunca mais a ia ver, [que] não conseguia ver a evolução dela e todos os dias eu chorava quando havia aquela calma na enfermaria. As pessoas não ouviam e as lágrimas corriam. Todos os dias chorei. Foi muito difícil, a vida hoje tem outro valor para mim”, assume.

Fonte:Lusa

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

LIGAPRO - COVID-19: Cova da Piedade tem 15 jogadores e três elementos do plantel infetados - Em dúvidas os jogos como Estoril e Benfica "B"

 

Fase do jogo realizado no passado sábado, entre o Cova da Piedade 2 - 0 Leixões, realizado no Estádio Municipal "José Martins Vieira"

Pelo menos 18 elementos da estrutura do Cova da Piedade estão infetados com o novo coronavírus, dos quais 15 são jogadores do plantel, revelou esta quinta-feira à Lusa fonte do clube da 2.ª Liga.

Outros dois jogadores do grupo às ordens de Toni Pereira tiveram resultado inconclusivo nos testes ao novo coronavírus, que provoca a covid-19, devendo repeti-los nos próximos dias.

Ambos se encontram em quarentena, por ordem do delgado de saúde, assim como dois outros jogadores que, apesar de terem tido testes negativos, "apresentam sintomas" e vivem com outros companheiros de equipa que estão infetados.

Apenas três dos infetados neste surto não são jogadores, tratando-se de dois elementos da equipa técnica e um do staff próximo do plantel.

O surto coloca em risco a realização dos encontros frente ao Estoril Praia, na sexta-feira, e ao Benfica B, em 7 de novembro, uma vez que os piedenses ficam com apenas seis jogadores disponíveis.

O plano de retoma do futebol profissional, publicado pela Liga de clubes em 07 de setembro, estabelece no ponto 12, relativo à utilização de jogadores, que, "em caso de jogadores com covid-19, serão sempre aplicadas as leis de jogo, nomeadamente a Lei 3 das Leis de jogo", que estabelece um número mínimo de sete jogadores, um guarda-redes e um 'capitão' para a realização do encontro.

Portugal contabiliza pelo menos 2.395 mortos associados à covid-19 em 128.392 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

 

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

CNID - Associação dos Jornalistas de Desporto solicitou às federações das modalidades de pavilhão, a atenção para evitar as restrições a jornalistas e repórter - fotográficos


O CNID - Associação dos Jornalistas de Desporto, enviou nesta data às federações das principais modalidades de pavilhão uma declaração - que vai em anexo - em que pede a melhor atenção para evitar as restrições sem sentido à presença de jornalistas, nomeadamente repórteres-fotográficos, nas modalidades de pavilhão.

CNID não pode aceitar que os clubes não percebam a importância da presença de jornalistas para a credibilização das próprias competições. Os Jornalistas têm a formação adequada para perceberem como a pandemia obriga a novos cuidados nas suas interações profissionais, pelo que não podem ser impedidos de se apresentarem num local de competição, para lá das condições que a DGS impõe.


Assim, o CNID – Associação dos Jornalistas do Desporto, com o apoio do Comité

Olímpico de Portugal, Comité Paralímpico de Portugal (CPP) e Confederação do

Desporto, vem sensibilizar as federações desportivas para o seguinte:


-É absolutamente essencial que o processo informativo sobre os eventos e

competições desportivas seja salvaguardado, condição essencial à sustentabilidade do espetáculo desportivo;

- Nas competições profissionais ou de alto nível, devem ser garantidos lugares para os Jornalistas da Imprensa escrita, rádio e TV, para além dos que são normalmente alocados a meios dos clubes e à (ou às) televisões que transmitem o jogo, desejavelmente  no numero mínimo de cinco;

- Deve ser garantida também a entrada a fotógrafos independentes, que poderão ficar na bancada se não houver posição melhor por razões técnicas ou sanitárias;

- Um de cada um desses lugares, na tribuna e para fotógrafo, deve ser reservado para a Lusa, agência nacional que trabalha para a generalidade dos OCS;

- A organização do jogo deve criar um processo de acreditação, caso ainda não o tenha em prática;

- Os OCS devem, com antecedência, fazer saber junto dos organizadores se enviam um jornalista e o respetivo nome;

Os OCS e os seus jornalistas estão conscientes do momento particularmente difícil que se vive em termos de saúde, pelo que serão capazes de encontrar entre si formas de entre ajuda informais quando não for possível atender todos os pedidos para acompanhamento do jogo.